![]() |
| Eu vi aqui |
terça-feira, 29 de julho de 2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Cores do Artista Maior
A chuva já se despediu! Que pena...Mas deixou em cores o meu chão!

Vejam como está o dia! Dá gosto ouvir as gargalhados dos pardais! Até o mato ralo está sorrindo...
Daqui
Valeu minha Nossa Senhora! Uma feliz semana a todos!
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Bom dia!
Ela chegou! Acordei de madrugada, com o barulho do vento, arrastando
as coisas no quintal. Desde então ela está caindo, tão bendita e preciosa como só ela. E pelo
escuro do céu vai continuar. Apaga o fogo nas serras, molha a terra, enche os
rios! Enche de alegria o coração do povo,
renova a esperança de dias melhores!
Chove em Pará de Minas!
Deus seja louvado!
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Cores...
Flores e cores para vocês...
A vida inventa! A gente principia as coisas, no não saber porque, e desde aí perde o poder de continuação – porque a vida é mutirão de todos, por todos remexida e temperada.
João Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas
Necessidade
Meu Deus, precisamos de água! Precisamos de chuva, muita chuva!
Gosto de ti, ó chuva, nos beirados,
Dizendo
coisas que ninguém entende!
Florbela Espanca
Cores e arte
Boa tarde! Com as cores do cerrado e o verso do artista!
Buriti, buriti e a sempre-viva-dos-gerais que miúdo viça e enfeita: o mundo é mágico!
João Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas
terça-feira, 22 de julho de 2014
Boa noite!
Daqui
Acho mesmo que somente eu percebia a dádiva da natureza. E eu a recebi como um mimo oferecido somente a mim. Eu, que amo essas coisas de árvore, conversa de periquitos, cores e cheiros de coquinhos! De onde estava não podia sentir o cheiro, é verdade, mas eu adivinhava. Imaginava até a doçura das frutinhas, por isso entendia a alegria dos periquitos e era conivente com eles, apesar do lugar, da hora, do barulho...
Mas é bom que saibam, que nessa cidade de Pará de Minas, em meio a um trânsito caótico, barulhento, em uma avenida apinhada de pessoas, um bando de periquitos festejava a tarde, a vida...
E eu, eu vi isso!
Lécia Freitas
"Preferências" aqui
Sempre vivas do Cerrado! Tomara que sobrevivam...
Pedra sendo
Eu tenho gosto de jazer no chão.
Só privo com lagarto e borboletas.
Certas conchas se abrigam em mim […]
Às vezes uma garça me ocupa de dia.
Fico louvoso […]
E o sol me cumprimenta por primeiro.
Manoel de Barros, do poema "A pedra".
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Simplicidade
Eu vi aqui
Em busca do perdão, digo que as forças minguavam e o desespero era absoluto. Mas a terra que sempre existiu em mim é fértil e bastava um fiapo de esperança, uma gota de alento para a vida criar raízes e tudo renovar. Essa vida que não me pertencia mais, que não era minha, senão de meus filhos, recrudescia com mais vigor. E eu crescia, me avolumava, virava um gigante para sobreviver. Por eles.
Lécia Freitas
Daqui
Em busca do perdão, digo que as forças minguavam e o desespero era absoluto. Mas a terra que sempre existiu em mim é fértil e bastava um fiapo de esperança, uma gota de alento para a vida criar raízes e tudo renovar. Essa vida que não me pertencia mais, que não era minha, senão de meus filhos, recrudescia com mais vigor. E eu crescia, me avolumava, virava um gigante para sobreviver. Por eles.
Lécia Freitas
Daqui
domingo, 20 de julho de 2014
O Poeta
Sei que não me resta muito tempo. Já é crepúsculo. Não tenho medo da morte. O que sinto, na verdade, é tristeza. O mundo é muito bonito! Gostaria de ficar por aqui… Escrever é o meu jeito de ficar por aqui. Cada texto é uma semente. Depois que eu for, elas ficarão. Quem sabe se transformarão em árvores! Torço para que sejam ipês-amarelos…
Simplicidade
Gosto assim, de coisas simples!
Créditos nas imagens
Sonho
Um poema que ao lê-lo, nem sentirias que ele já estivesse escrito, mas que fosse brotando, no mesmo instante, de teu próprio coração.
Mario Quintana, in: Caderno H, (1945-1973), Porto Alegre: Editora Globo, 1973.
Bom dia!
O sertão é uma espera enorme.
E o silêncio?
O vento é verde. Aí, no intervalo, o senhor pega o silêncio, põe no colo.
Tão deleitável tudo, nem que estar nos braços da linda moça Rosa'uarda, ou de Nhorinhá, de Ana Dazuza filha, ou daquela prostitutriz que proseava gentil sobre as sérias imoralidades.
Ah Rosa, mano-velho, invejo é o que você sabe:
O diabo não há! Existe é o homem humano.
Fonte: BANDEIRA, Manuel. Grande sertão: veredas.
Assinar:
Postagens (Atom)









.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
























.jpg)








